A crescente violência a que o planeta Terra está passando, mais uma vez, onde o ser humano se comporta de forma desequilibrada e embrutecida, dissipada nas mais diversas modalidades de paixões inferiores não pode ser explicada apenas sob a ótica da psicologia acadêmico-contemporânea. A ciência até tenta explicar mas não consegue, devido às limitações do que realmente se passa no mundo invisível, cujos reflexos estão sendo processados sem que a humanidade se dê conta. Ramatís nos esclarece de forma sucinta a grande e perturbadora influência magnético-deletéria que, ano após ano, está influenciando no comportamento dos terráqueos, oriunda do Astro Intruso que se aproxima de nosso orbe. E não é apenas o fator “violência” que se sobressai nos tempos atuais, mas outras e tantas disfunções e mazelas morais, tais como: traições, inveja, ódio, sexo, corrupção, ganância, ciúme, avareza, orgulho, egoísmo e tantos pecados capitais que assolam as pessoas desavisadas e que ainda não possuem um forte elo com Deus e com os mandamentos crísticos.
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O astro intruso é um corpo celeste que existe há bilhões de anos realizando o mesmo trabalho de higienização espiritual em diversos planetas tangenciados por ele. Em torno da Terra, sua órbita está plasmada numa elipse energética que poderia ser seguida facilmente por um veículo espacial munido de equipamentos apropriados que os homens não conhecem.
É como se fosse uma grande artéria, onde no lugar do sangue corre a energia que ele plasmou em toda a sua existência. E à medida que se aproxima da Terra, mesmo ainda distante em termos de tempo do planeta, essa energia se torna mais forte naquele segmento da órbita no qual ele se encontra, influenciando sobremaneira os acontecimentos quanto aos homens e à natureza.
Dessa forma, desde a década de 50 que as vibrações do astro intruso já estão chegando ao planeta, aumentando ano a ano. A previsão sobre a chegada dele no final do Século XX dizia respeito ao início do estágio mais forte da carga magnética que ele impõe. Por isso, ocorrem e ocorrerão tantos desastres naturais, guerras, conflitos armados e violência generalizada durante o século XXI e na primeira metade do século XXII com fortes desastres naturais. Nosso século atual marca o grande início da Batalha do Armagedom. A vibração etérea do astro intruso já está na Terra.
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Quem estuda o Apocalipse, ou se interessa por ele, desenvolve, em geral, uma idéia errada do que significa o final dos tempos. As pessoas pensam que, em um determinado dia, o mundo acaba, com um acontecimento surpresa. Não é assim.
O Apocalipse se desenvolve gradualmente através de um período que é curtíssimo para a espiritualidade, porém de certo modo longo para os homens. Nada ocorre de surpresa, pois Deus seria insensível se não permitisse aos homens serem avisados sobre o que vai ocorrer na Terra. Eles são alertados justamente para que reflitam sobre seus atos e se modifiquem para enfrentar o inevitável. Os homens já deveriam transmutar seus espíritos para enfrentar a morte do corpo denso de modo tranqüilo, e não o fazem. No Apocalipse, Deus avisa que a humanidade precisa estar preparada.
Os avisos chegam com muita antecedência, em geral de 150 a 200 anos antes, quando a violência se generaliza no planeta, e os fenômenos naturais atípicos se multiplicam, causando severos danos. A partir de então a vida se torna mais difícil, como numa última chance para que os homens se modifiquem. O Apocalipse, assim, se manifesta como uma doença terminal de longa duração, a qual permite ao enfermo pensar sobre o que praticou na vida. No caso, a humanidade está doente.
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Os fluidos que constituem o magnetismo inferior daquele astro agem através das camadas astrais mais densas e entram em sintonia com idêntico potencial latente em cada espírito reencarnado, ou desencarnado em torno da Terra.
Sabeis que, sob a correspondência vibratória da lei de atração entre os semelhantes, uma paisagem pastoril, suave e benéfica, desperta na alma um sentimento poético, ao passo que a contemplação de uma tragédia causa angústia e horror. Do mesmo modo, as vibrações psíquicas inferiores, do planeta intruso, de um teor energético animalizado, avivarão tendências semelhantes na alma dos terrícolas. Nesse exacerbamento psicomagnético, recrudescerão os desejos mórbidos, que mal se dissimulam naqueles que ainda vivem distantes da cura pelo Evangelho. Sob esse excitante convite interior, que desata as amarras frágeis do instinto inferior, os invigilantes terminam materializando à luz do mundo exterior aquilo que lhes dormita latente no energismo da esfera animal.
Em sentido oposto, e sob esse mesmo simbolismo, o Astro Sublime, que é o Cristo, também continua a efetivar convites energéticos às almas, pela via interna do espírito superior, esforçando-se para despertar-vos as forças adormecidas do anjo, que também existem latentes em todos os seres.
Enquanto algumas almas se deixam higienizar pelo magnetismo sublime e crístico e emigram, pouco a pouco, para a aura desse Astro Salvador, inúmeros outros espíritos terrícolas só atendem ao voluptuoso apelo do planeta intruso e avivam as suas energias degradantes em perfeita afinidade com as forças deletérias que lhes povoam a atmosfera magnética.
É óbvio que essa sintonia psicomagnética, com a conseqüente emigração dos "semelhantes", terminará limpando o vosso orbe das fontes vivas e produtoras do próprio magnetismo deletério.
Fonte: O Astro Intruso/Mensagens do Astral – Ramatís (com vídeo extraído da TV Cabo Branco)
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