A Terra acomodará em breve novos milhões de almas – Cooperação interplanetária – Um aviso aos administradores e industriais
Quando as Forças Superiores decidiram empreender as operações destinadas a modificar a topografia da Terra, nenhum dos seres humanos do presente momento aqui se encontrava, ou melhor dizendo, poderia encontrar-se no solo terreno com nome diferente do que atualmente possui. Isto deve ter sucedido há mais de dois mil anos, e desde então várias encarnações ocorreram a cada um dos Espíritos que ora se encontram na Terra.
As modificações do solo terreno, como já foi dito, têm o objetivo de incrementar a produção de alimentos para o homem do próximo século em diante, em face do crescimento da população deste pequeno mundo. Sendo a Terra uma perfeita escola, onde os seres humanos ingressam de século em século em busca de novos conhecimentos e experiências de que necessitam para a sua ascensão na escala espiritual, há necessidade de trazer para cá alguns milhões de almas que se encontram no Além aguardando a sua vez de reencarnarem também. Isto sucede em face da lentidão verificada no aprimoramento das almas que têm estado na Terra, e mesmo da maioria das que ainda estão, do que resulta a necessidade de se ampliar as áreas de produção de alimentos para servir aos atuais e aos futuros ocupantes do solo terreno. Neste propósito está sendo preparada uma área extensa que se encontra submersa, e que deverá aparecer à superfície dentro de alguns anos. Esta área, pela sua extensão geográfica, bem poderá tornar-se um novo continente para abrigar um bom número de habitantes já a partir dos primeiros anos do próximo século. Os trabalhos nesse sentido estão prosseguindo normalmente com toda a eficiência, de maneira a corresponder à expectativa das Forças Superiores. Para adiantar o que me é permitido adiantar aos meus estimados leitores, eu direi que se trata de uma área geográfica inteiramente coberta por gelo, o qual está sendo dissolvido lentamente mediante a incidência dos raios solares encaminhados para ali.
E a propósito, desejo fiqueis sabendo que as operações já em curso na Terra não constituem um fato isolado, ou seja, um acontecimento produzido diretamente na Terra, mas uma operação na qual tem a sua parte destacada vários outros planetas deste sistema solar, especialmente convocados pelas Forças Superiores para essa operação. A começar pelo Sol que vem desempenhando a sua parte há cerca de vinte anos, a Lua, Marte, Mercúrio e Vênus, tem cada qual a sua tarefa importante a desempenhar em relação à modificações que se estão esperando no vosso pequeno mundo. Cada um desses planetas irmãos está dirigindo suas potencialidades para este globo terrestre, visando a mantê-lo no mais perfeito equilíbrio dentro da faixa cósmica em que deve manter-se. Isto que os citados planetas estão agora fazendo, não é senão uma retribuição do que têm recebido da Terra em ocasiões em que também tiveram de realizar modificações substanciais em sua estrutura. Convocados pelas Forças Superiores do Universo a cooperar na atual modificação topográfica do mundo terreno, todas as potencialidades daqueles planetas foram sincronizadas com as deste mundo, no sentido de que se mantenha não só o equilíbrio vibratório da Terra, como também a posição ocupada por ela na faixa cósmica. Ao Sol foi solicitada a sua maior incidência sobre as duas extremidades do globo terrestre, com o fim de lentamente operar o degelo que deverá dar lugar ao aparecimento das áreas até agora inaproveitadas pelos seres humanos, por absolutamente desnecessárias. O degelo a que se está procedendo sob a incidência dos raios solares, terá como consequência imediata o aumento do volume líquido do globo terrestre, com o crescimento relativo do nível dos mares, e a cobertura em algumas regiões de áreas atualmente descobertas. Resultará deste fato uma provável submersão das margens mais baixas ao longo de certos mares, incluindo neste fenômeno algumas cidades e vilas que poderão desaparecer completamente. Isto, no entanto, não ocorrerá de chofre, de maneira a lançar o pânico nas populações, mas lentamente, para dar tempo às providências a serem tomadas. E aqui vai um aviso e um conselho aos administradores e responsáveis pelas populações instaladas à beira-mar: vão tomando medidas de acautelamento de suas populações, visando a afastá-las dessas áreas para lugares bastante mais elevados topograficamente, a fim de as preservarem do que possa acontecer nas localidades em que ora vivem. Uma das medidas acertadas, que posso aconselhar, será a construção de novas cidades satélites daquelas que ora existem muito próximas ao mar, e tratar de transportar para elas boa parte senão a totalidade das indústrias existentes nas cidades baixas. Esta providência terá dois grandes objetivos: resguardar o parque industrial existente e a localização de boa parte da população das diversas classes relacionadas com as atividades industriais. É medida para ser devidamente estudada pelos dirigentes de cada região do mundo terreno.
Fonte:
Trecho extraído do livro ELUCIDÁRIO (Obra ditada pelo Espírito Paulo de Tarso), psicografado pelo médium Diamantino Coelho Fernandes. 1967 – Livraria Freitas Bastos S.A. – grifo no texto do blogueiro.
Comentário do Blogueiro:
Como podemos constatar, há mais de 40 anos já foram dados avisos com relação às modificações que estão em curso em várias partes do globo terrestre, e em especial aos polos Norte e Sul, e do que muitos governos e a ciência determinou como sendo “aquecimento global”. Muitos governos e boa parte da classe científica que estuda o clima, sob pretensões escusas, preferem omitir a verdade e jogar a culpa nos próprios seres humanos, como sendo responsáveis diretos pelo aquecimento global, seja pela indiscriminada emissão de CO2 pelas indústrias e automóveis, seja pelo desmatamento de florestas e áreas de preservação ambiental. Obviamente que tais ações também contribuem para o ocasionamento de mudanças climáticas, secas, enchentes e outras anomalias advindas da depredação e desrespeito aos recursos naturais existentes, mas essa não é apenas a verdadeira vertente da realidade atual. O que vemos são governantes, políticos e empresários, formadores de uma elite manipuladora das finanças e de mercados mundiais que se aproveitam da ignorância das massas populacionais a fim de incutir inverdades para lucrarem em cima disto. A própria indústria automobilística é um exemplo, onde encarece o preço de fabricação dos veículos em virtude de aplicar tecnologias mais sofisticadas para diminuir a emissão de CO2; tratados falaciais firmados entre países ricos e pobres quanto à diminuição de poluentes na atmosfera quando na verdade nada mais são do que restringir a indústria destes em detrimento dos mais poderosos, que nunca cumprem as metas prometidas; da criação de possíveis impostos mundiais sobre a emissão de CO2 pelos usuários de automóveis que ainda estão sendo cogitados pelas grandes potências. Se formos fazer uma analogia, podemos dizer nada emite mais CO2 do que os próprios mares oceânicos, por terem em seu interior bilhões de espécies marinhas e vegetais vivos.
Ao longo dos anos criou-se um mercado restrito e caro em torno das áreas litorâneas, na ocupação indiscriminada de áreas no mesmo nível do mar. Milhares de pessoas investiram alto em residências, áreas de laser, restaurantes, bares e boates em regiões costeiras à beira-mar, construindo edifícios e desrespeitando muitas leis municipais através da pro-pinagem descabida, tudo em função da lei da maior vantagem e do lucro. Homens públicos que deveriam zelar pelo bem estar de milhares de famílias não conseguem enxergar mais do que o seu próprio umbigo, visando apenas a auto-promoção, o enriquecimento ilícito e o favorecimento pessoal, descumprindo preceitos e a lealdade aos que o elegeram. Todos querem morar olhando para o mar ou próximo dele, e para isso tudo se torna mais caro, mais rentável: são impostos territoriais mais elevados, alimentação, moradia, enfim, tudo na região litorânea é mais caro. Pessoas que investiram dinheiro e trabalho ficam resistentes à mudanças, só o fazendo quando o pior já estiver acontecido. O recado foi dado não apenas pelo Espírito Paulo de Tarso, apóstolo de Jesus, mas por outros tantos abnegados mensageiros do alto na nobre função de alertar a humanidade sobre as modificações em curso no atual milênio em que vivemos. A classe espírita tem obrigação de divulgar tal informação para todas as pessoas, religiosas ou não, crentes ou não na palavra cristã, e pagar caro pela omissão de tamanha relevância. O grande erro de muitas pessoas que se dizem “espíritas” é a de se circunscreverem apenas ao círculo restrito das mesas de estudos doutrinários intermináveis, de reuniões e púlpitos, podando ensinamentos que na verdade devem ser propagados principalmente para fora das casas e centros espíritas. Como já dizia León Diniz: “O Espiritismo será o que dele os homens o fizerem.” E por motivo de tantas omissões é que vemos milhares e milhares de pessoas sendo manipuladas por governos apoiados por uma mídia e por uma classe científica mal intencionados; todos, sem exceção, estão equivocados quando proferem inverdades que mais cedo ou mais tarde, pela interferência das Forças Divinas, serão desmascaradas naturalmente. Veja-se, por exemplo, que quando a meteorologia prevê determinado acontecimento acaba acontecendo outro diverso e inesperado. E é bem verdade um velho ditado quando se diz: “O homem planeja mas Deus maneja.”
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